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Histórico diário dos preços e taxas

O Balanço do Tesouro Direto, divulgado desde setembro de 2003, é uma publicação mensal do Tesouro Nacional que apresenta informações sobre o Programa Tesouro Direto. No Balanço é possível consultar estatísticas sobre vendas, recompras, evolução e perfil do estoque, número de investidores cadastrados e títulos mais rentáveis no mês.

Clique aqui e veja o histórico diário dos preços e taxas dos Títulos Públicos.

Fonte: Tesouro Direto

Vantagens de aplicar no Tesouro Direto

Entenda cada Título Público no detalhe

Tabela de rentabilidade acumulada dos Títulos Públicos

Aqui você vai encontrar a rentabilidade acumulada dos Títulos Públicos.

As taxas apresentadas referem-se à rentabilidade em caso de venda antecipada.

Os títulos mantidos até sua data de vencimento têm garantida a rentabilidade contratada.

Por fim,sempre é bom lembrar que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura.

 

Fonte: Tesouro Direto

Histórico diário dos preços e taxas

Entenda cada Título Público no detalhe

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Lista disponíveis de Títulos para negociação e seus preços

Aqui você encontra a lista de títulos públicos disponíveis para compra, bem como seus preços e rentabilidades.

 

A quantidade mínima de compra é a fração de 0,01 título, ou seja, 1% do valor de um título, desde que respeitado o valor mínimo de R$ 30,00. O investidor pode comprar 0,01 título; 0,02 título; 0,03 título e assim por diante.

 

Não há limite financeiro para venda.

 

Já o valor máximo para aplicação é R$ 1.000.000,00 por mês.

 

Devido a questões operacionais, quatro dias úteis antes do pagamento de juros semestrais, o Tesouro Nacional retira do rol de títulos disponíveis para compra os papéis que oferecem esse fluxo de pagamento. Por sua vez, a opção de venda desses mesmos títulos fica suspensa dois dias úteis antes do pagamento dos juros periódicos ou do vencimento do papel.

 

Fonte: Tesouro Direto

Tabela de rentabilidade acumulada dos Títulos Públicos

Histórico diário dos preços e taxas

Os prazos de vencimento influenciam os preços dos títulos?

Sim. Quanto maior o prazo para o vencimento, mais sensível é o preço do título às alterações nas taxas de juros.

 

Como o preço do título é o valor presente do fluxo descontado a uma taxa, para títulos do mesmo tipo, quanto maior o prazo até o vencimento, mais o preço (valor presente do fluxo) varia quando há alteração nas taxas de juros. Assim, dada uma variação na taxa de juros, o título com maior prazo até o vencimento tem alterações no preço de forma mais intensa.

 

Veja no gráfico abaixo que, quando a taxa de juros da economia cai (linha azul), os preços dos títulos aumentam. No entanto, o preço do Tesouro Prefixado 2014 (linha amarela) aumenta menos que o preço do Tesouro Prefixado 2018 (linha verde).

Assim, papéis curtos têm menor volatilidade de preço, mas têm maior risco de reinvestimento, que é o risco de você não conseguir investir novamente nesse título sob as mesmas taxas existentes quando da aplicação anterior. Por exemplo, suponha que existam dois títulos, sendo o primeiro a 1 ano do seu vencimento e o segundo a 2 anos, ambos com a mesma rentabilidade anual.

Se o investidor preferisse comprar o título com 1 ano e no seu vencimento comprar outro de 1 ano, em vez de comprar o título de 2 anos, ele pode não encontrar no segundo ano esse título de 1 ano com as mesmas taxas existentes quando da primeira compra. Este é um trade-off que o investidor deve assumir: fazer a sua melhor escolha entre volatilidade versus risco de reinvestimento.

 

Resumindo:

 

Não é possível afirmar se haverá perda ou ganho financeiro no caso de venda antecipada, pois isso dependerá das condições de mercado na referida data de venda.

Vale lembrar, entretanto, que se o investidor permanecer com os títulos até a sua data de vencimento, receberá o valor correspondente à rentabilidade pactuada no momento da compra, independente das variações de preço do título ao longo da aplicação.

 

Fonte: Tesouro Direto

Lista disponíveis de Títulos para negociação e seus preços

Tabela de rentabilidade acumulada dos Títulos Públicos

Como as variações das taxas de juros afetam os títulos que comprei?

O valor do título no seu extrato considera essas variações da taxa de juros. O título é atualizado de acordo com o preço que ele é negociado no mercado secundário naquele momento, procedimento conhecido como marcação a mercado.

 

Desta forma, havendo queda nos preços negociados no mercado, o saldo do investidor cairá. Por outro lado, se houver valorização do título, o saldo do investidor irá se elevar. Essa é a mesma mecânica dos fundos de investimento, que fazem a marcação a mercado de seus ativos, com base em recomendação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador do mercado de valores mobiliários.

 

Porém, uma coisa nunca muda: se você mantiver os títulos até a sua data de vencimento, receberá o valor correspondente à rentabilidade pactuada no momento da compra, independente das variações do preço do título ao longo da aplicação.

 

Já no caso da venda antecipada, o Tesouro Nacional recompra o título com base em seu valor de mercado. Com isso, o retorno da aplicação poderá ser diferente do acordado no momento da compra, dependendo do preço do título no momento em que você queira vendê-lo.

 

 

EXEMPLO:

Um investidor compra o título Tesouro Prefixado (LTN) com vencimento em 1° de janeiro de 2014 no dia 1º de agosto de 2011, a um preço de R$ 793,97 e a uma taxa de 10%.

 

Suponha que ele decida vender esse título antecipadamente, no dia 03 de maio de 2013. Nesta data, o preço do título é de R$ 955,17. Sob essas condições, a rentabilidade obtida pelo investidor com a venda antecipada seria equivalente a uma taxa de 11,17% a.a., superior, portanto, àquela contratada no momento da compra.

 

Logo, na venda antes do vencimento, o retorno da aplicação poderá ser diferente do acordado no momento da compra, dependendo do preço do título na data em que o investidor decidir vendê-lo. No exemplo apresentado, o investidor obteve uma taxa bruta de rentabilidade (11,17% a.a.) maior que a contratada no momento da compra (10% a.a.), mas ela também poderá ser menor que a contratada, a depender das condições do mercado no momento da venda.

 

No gráfico abaixo é possível visualizar a diferença de rentabilidade obtida em caso de venda antecipada ou de venda na data vencimento:

 

A linha azul apresenta o comportamento do preço do papel supondo que a taxa contratada no momento da compra, 10% a.a., se mantenha inalterada até o vencimento do papel. Em termos técnicos, ela representa a evolução do preço do título na curva, ou seja, a apropriação natural de juros até a data de vencimento.

A linha verde, por sua vez, mostra o preço de mercado do título. Nos momentos em que a linha verde está acima da linha azul, o investidor obteria rentabilidade maior à contratada caso vendesse antecipadamente. Nas datas em que a linha azul está acima da verde, a rentabilidade do investidor seria menor que a contratada no caso de venda antecipada.

 

Fonte: Tesouro Direto

Os prazos de vencimento influenciam os preços dos títulos?

Lista disponíveis de Títulos para negociação e seus preços

Como os preços e taxas dos títulos sofrem variações ao longo do tempo?

Os preços e taxas dos títulos sofrem variações ao longo do tempo. O Tesouro Direto é um tipo de investimento de renda fixa, mas isso não quer dizer que os preços e taxas dos títulos públicos não apresentem variações ao longo do tempo.

 

Renda fixa é um tipo de investimento em que o investidor já conhece as condições sob as quais o seu investimento será remunerado, mas não necessariamente a sua rentabilidade final. Por exemplo, ele sabe que o seu rendimento é dado pela taxa SELIC, mas não sabe se a taxa SELIC será de 10% a.a. ou 11% a.a. durante todo o período de investimento.

 

Entre a data de compra e a de vencimento, o preço do título flutua em função das condições do mercado e das expectativas quanto ao comportamento das taxas de juros. Uma redução nas taxas de juros de mercado em relação à taxa de compra do título provoca aumento no preço do título. Já um aumento nas taxas de juros proporciona o efeito contrário.

 

Assim, os juros praticados no mercado têm influência direta sobre o preço dos títulos. Por exemplo, suponha que você compre uma unidade do título Tesouro Prefixado 2016 (LTN) em 26/06/2012, a uma taxa de juros de 9,15% a.a. O preço que garante a rentabilidade de 9,15% ao ano durante o período de 26/06/12 a 01/01/16 é de R$ 735,29. Isso porque, a incidência da taxa de juros de 9,15% a.a. sobre R$ 735,29, durante 905 dias, resultará no montante de R$ 1.000,00 no vencimento da aplicação, valor final predeterminado para cada unidade desse tipo de título.

 

Dessa forma, se os juros aumentarem, o preço inicial de partida do título terá que ser menor, de forma que se chegue no mesmo montante final de R$ 1.000,00 ao final da aplicação.

 

Como pode ser observado abaixo, o preço do título possui relação inversa com a taxa de juros.

Fonte: Tesouro Direto

Como as variações das taxas de juros afetam os títulos que comprei?

Os prazos de vencimento influenciam os preços dos títulos?

 

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal)

Ele proporciona rentabilidade real, ou seja, garante o aumento do poder de compra do seu dinheiro, pois seu rendimento é composto por duas parcelas: uma taxa de juros prefixada e a variação da inflação (IPCA). Desse modo, independente da variação da inflação, a rentabilidade total do título sempre será superior a ela. A rentabilidade real, nesse caso, é dada pela taxa de juros prefixada, contratada no momento da compra do título.

 

Dada essa característica, aliada ao fato de esse título possuir disponibilidades de vencimentos mais longos, ele é indicado para quem deseja poupar para a aposentadoria, compra de casa e estudo dos filhos, dentre outros objetivos de longo prazo.

 

Possui fluxo de pagamento simples, isto é, você receberá o valor investido acrescido da rentabilidade na data de vencimento ou resgate do título. Em outras palavras, o pagamento ocorre de uma só vez, no final da aplicação. Sendo assim, é mais interessante para quem pode esperar para receber o seu dinheiro até o vencimento do título (ou seja, quem não necessita complementar sua renda desde já).

 

Caso necessite vender o título antecipadamente, o Tesouro Nacional pagará o seu valor de mercado, de modo que a rentabilidade poderá ser maior ou menor do que a contratada na data da compra, dependendo do preço do título no momento da venda. Por essa razão, recomendamos que você procure conciliar a data de vencimento do título com o prazo desejado para o investimento.

Metodologia de cálculo

Fonte: Tesouro Direto

Como os preços e taxas dos títulos sofrem variações ao longo do tempo?

Como as variações das taxas de juros afetam os títulos que comprei?

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B)

Ele proporciona rentabilidade real, ou seja, garante o aumento do poder de compra do seu dinheiro, pois seu rendimento é composto por duas parcelas: uma taxa de juros prefixada e a variação da inflação (IPCA). Desse modo, independente da variação da inflação, a rentabilidade total do título sempre será superior a ela. A rentabilidade real, nesse caso, é dada pela taxa de juros prefixada, contratada no momento da compra do título.

 

É mais interessante para quem deseja utilizar o rendimento para complementar sua renda a partir do momento da aplicação, pois faz pagamento de juros a cada semestre, diferentemente do Tesouro IPCA+(NTN-B Principal). Isso significa que o rendimento é recebido pelo investidor ao longo do período da aplicação, em vez de receber tudo no final. Os pagamentos semestrais, nesse caso, representam uma antecipação da rentabilidade contratada.

 

Cabe destacar, adicionalmente, que no pagamento desses recebimentos semestrais há incidência de imposto de renda (IR), obedecendo a tabela regressiva. Veja ilustração apresentada na explicação do Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) acima. Desse modo, se você planeja reinvestir os valores recebidos a cada seis meses, é mais interessante investir em um papel que não paga juros semestrais. Esse tipo de título, no qual o imposto de renda é recolhido apenas no final da aplicação, garante que a taxa de rentabilidade incida sobre um montante superior, ou seja, sobre uma maior base, já que não sofreu reduções em função da incidência do IR nos eventos de pagamento de juros semestrais. Isso beneficia a rentabilidade final da aplicação.

 

Na data de vencimento do título, você resgata o valor investido atualizado pela inflação acrescido do último pagamento de juros semestrais.

 

Caso necessite vender o título antecipadamente, o Tesouro Nacional pagará o seu valor de mercado, de modo que a rentabilidade poderá ser maior ou menor do que a contratada na data da compra, dependendo do preço do título no momento da venda. Por essa razão, recomendamos que você procure conciliar a data de vencimento do título com o prazo desejado para o investimento.

 

Metodologia de cálculo

Fonte: Tesouro Direto

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal)

Como os preços e taxas dos títulos sofrem variações ao longo do tempo?

Tesouro Selic (LFT)

Tesouro Selic (LFT)

 

Indicado se você acredita que a tendência da taxa Selic é de elevação, já que a rentabilidade desse título é indexada à taxa de juros básica da economia.

 

O valor de mercado desse título apresenta baixa volatilidade, evitando perdas no caso de venda antecipada. Por essa razão, é considerado um título indicado para um perfil mais conservador. É indicado também para o investidor que não sabe exatamente quando precisará resgatar seu investimento.

 

O fluxo de pagamento desse título é simples, isto é, não faz o pagamento de juros semestrais. Sendo assim, ele é mais interessante para quem pode esperar para receber o seu dinheiro até o final do período da aplicação (ou seja, quem não necessita complementar sua renda desde já).

 

Caso queira vender o título antes do seu vencimento, o Tesouro Nacional o recomprará pelo seu valor de mercado.

Metodologia de cálculo

Fonte: Tesouro Direto

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B)

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal)

Títulos Pós-Fixados

Neste caso, os títulos têm seu valor corrigido por um indexador:

– taxa básica de juros (Selic) ou

– inflação (IPCA)

Assim, a rentabilidade da aplicação é composta por uma taxa predefinida no momento da compra do título mais a variação de um indexador.

 

Fonte: Tesouro Direto

Tesouro Selic (LFT)

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B)

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F)

É mais indicado para quem deseja utilizar seus rendimentos para complementar sua renda a partir do momento da aplicação, pois esse título faz pagamento de juros a cada seis meses. Isso significa que o rendimento é recebido pelo investidor ao longo do período da aplicação, diferentemente do título Tesouro Prefixado (LTN). Os pagamentos semestrais, nesse caso, representam uma antecipação da rentabilidade contratada.

 

Cabe destacar, adicionalmente, que no pagamento desses rendimentos semestrais há incidência de imposto de renda (IR), obedecendo a tabela regressiva.

Desse modo, se você planeja reinvestir os valores recebidos a cada seis meses, é mais interessante investir em um papel que não paga juros semestrais. Um título no qual o imposto de renda é recolhido apenas no final da aplicação garante que a taxa de rentabilidade incida sobre um montante superior, ou seja, uma maior base, pois não sofre reduções em função dos descontos do IR nos eventos de pagamentos de juros semestrais. Isso beneficia a rentabilidade final da aplicação.

 

 

Mantendo o título até o vencimento, você receberá R$1.000,00 acrescido do último pagamento de juros semestrais. Caso necessite vender o título antecipadamente, o Tesouro Nacional pagará o seu valor de mercado, de modo que a rentabilidade poderá ser maior ou menor do que a contratada na data da compra, dependendo do preço do título no momento da venda. Por essa razão, recomendamos que você procure conciliar a data de vencimento do título com o prazo desejado para o investimento.

Metodologia de cálculo

Fonte: Tesouro Direto

Títulos Pós-Fixados

Tesouro Selic (LFT)

Tesouro Prefixado (LTN)

Tesouro Prefixado (LTN)

Possui fluxo de pagamento simples, isto é, você receberá o valor investido acrescido da rentabilidade na data de vencimento ou resgate do título. Em outras palavras, o pagamento ocorre de uma só vez, no final da aplicação. Sendo assim, é mais interessante para quem pode esperar receber o seu dinheiro até o final do período do investimento, ou seja, é indicado para quem não necessita complementar sua renda desde já.

 

Mantendo o título até o vencimento, você receberá R$1.000,00 para cada unidade do papel (se você comprar uma fração de título, o recebimento será proporcional ao percentual adquirido). A diferença entre esse valor recebido no final da aplicação e o valor pago no momento da compra representa a rentabilidade do título.

 

Caso necessite vender o título antecipadamente, o Tesouro Nacional pagará o seu valor de mercado, de modo que a rentabilidade poderá ser maior ou menor do que a contratada na data da compra, dependendo do preço do título no momento da venda. Por essa razão, recomendamos que você procure conciliar a data de vencimento do título com o prazo desejado para o investimento.

 

 

Metodologia de cálculo

 

Fonte: Tesouro Direto

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F)

Títulos Pós-Fixados

 

 

 

Títulos Prefixados

Títulos Prefixados

 

Você sabe exatamente a rentabilidade que irá receber se mantiver o título até a data de vencimento. Para cada unidade de título, o valor bruto a ser recebido no vencimento é de R$1.000,00.

Esses títulos são indicados se você acredita que a taxa prefixada será maior que a taxa de juros básica da economia (Selic).

Por terem rentabilidade predefinida, seu rendimento é nominal. Isso significa que é necessário descontar a inflação para obter o rendimento real da aplicação.

 

Fonte: Tesouro Direto

Tesouro Prefixado (LTN)

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F)

 

 

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Entenda cada Titulo Público no detalhe

O Tesouro Direto doisponibiliza dois tipos de títulos para você escolher: os Prefixados e os Pós-Fixados.

 

1- Títulos Prefixados

 

Você sabe exatamente a rentabilidade que irá receber se mantiver o título até a data de vencimento. Para cada unidade de título, o valor bruto a ser recebido no vencimento é de R$1.000,00.

 

Esses títulos são indicados se você acredita que a taxa prefixada será maior que a taxa de juros básica da economia (Selic).

 

Por terem rentabilidade predefinida, seu rendimento é nominal. Isso significa que é necessário descontar a inflação para obter o rendimento real da aplicação.

 

Os títulos disponíveis nessa modalidade são:

 

Tesouro Prefixado (LTN)

Possui fluxo de pagamento simples, isto é, você receberá o valor investido acrescido da rentabilidade na data de vencimento ou resgate do título. Em outras palavras, o pagamento ocorre de uma só vez, no final da aplicação. Sendo assim, é mais interessante para quem pode esperar receber o seu dinheiro até o final do período do investimento, ou seja, é indicado para quem não necessita complementar sua renda desde já.

 

Mantendo o título até o vencimento, você receberá R$1.000,00 para cada unidade do papel (se você comprar uma fração de título, o recebimento será proporcional ao percentual adquirido). A diferença entre esse valor recebido no final da aplicação e o valor pago no momento da compra representa a rentabilidade do título.

 

Caso necessite vender o título antecipadamente, o Tesouro Nacional pagará o seu valor de mercado, de modo que a rentabilidade poderá ser maior ou menor do que a contratada na data da compra, dependendo do preço do título no momento da venda. Por essa razão, recomendamos que você procure conciliar a data de vencimento do título com o prazo desejado para o investimento.

Metodologia de cálculo

 

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F)

 

É mais indicado para quem deseja utilizar seus rendimentos para complementar sua renda a partir do momento da aplicação, pois esse título faz pagamento de juros a cada seis meses. Isso significa que o rendimento é recebido pelo investidor ao longo do período da aplicação, diferentemente do título Tesouro Prefixado (LTN). Os pagamentos semestrais, nesse caso, representam uma antecipação da rentabilidade contratada.

 

Cabe destacar, adicionalmente, que no pagamento desses rendimentos semestrais há incidência de imposto de renda (IR), obedecendo a tabela regressiva.

 

 

Desse modo, se você planeja reinvestir os valores recebidos a cada seis meses, é mais interessante investir em um papel que não paga juros semestrais. Um título no qual o imposto de renda é recolhido apenas no final da aplicação garante que a taxa de rentabilidade incida sobre um montante superior, ou seja, uma maior base, pois não sofre reduções em função dos descontos do IR nos eventos de pagamentos de juros semestrais. Isso beneficia a rentabilidade final da aplicação.

 

 

Mantendo o título até o vencimento, você receberá R$1.000,00 acrescido do último pagamento de juros semestrais. Caso necessite vender o título antecipadamente, o Tesouro Nacional pagará o seu valor de mercado, de modo que a rentabilidade poderá ser maior ou menor do que a contratada na data da compra, dependendo do preço do título no momento da venda. Por essa razão, recomendamos que você procure conciliar a data de vencimento do título com o prazo desejado para o investimento.

 

Metodologia de cálculo

 

 

2 – Títulos Pós-fixados

 

Neste caso, os títulos têm seu valor corrigido por um indexador:

– taxa básica de juros (Selic) ou

– inflação (IPCA)

Assim, a rentabilidade da aplicação é composta por uma taxa predefinida no momento da compra do título mais a variação de um indexador.

 

Os títulos disponíveis nessa modalidade são:

 

Tesouro Selic (LFT)

 

Indicado se você acredita que a tendência da taxa Selic é de elevação, já que a rentabilidade desse título é indexada à taxa de juros básica da economia.

 

O valor de mercado desse título apresenta baixa volatilidade, evitando perdas no caso de venda antecipada. Por essa razão, é considerado um título indicado para um perfil mais conservador. É indicado também para o investidor que não sabe exatamente quando precisará resgatar seu investimento.

 

O fluxo de pagamento desse título é simples, isto é, não faz o pagamento de juros semestrais. Sendo assim, ele é mais interessante para quem pode esperar para receber o seu dinheiro até o final do período da aplicação (ou seja, quem não necessita complementar sua renda desde já).

 

Caso queira vender o título antes do seu vencimento, o Tesouro Nacional o recomprará pelo seu valor de mercado.

 

 

Metodologia de cálculo

 

 

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B)

 

Ele proporciona rentabilidade real, ou seja, garante o aumento do poder de compra do seu dinheiro, pois seu rendimento é composto por duas parcelas: uma taxa de juros prefixada e a variação da inflação (IPCA). Desse modo, independente da variação da inflação, a rentabilidade total do título sempre será superior a ela. A rentabilidade real, nesse caso, é dada pela taxa de juros prefixada, contratada no momento da compra do título.

 

É mais interessante para quem deseja utilizar o rendimento para complementar sua renda a partir do momento da aplicação, pois faz pagamento de juros a cada semestre, diferentemente do Tesouro IPCA+(NTN-B Principal). Isso significa que o rendimento é recebido pelo investidor ao longo do período da aplicação, em vez de receber tudo no final. Os pagamentos semestrais, nesse caso, representam uma antecipação da rentabilidade contratada.

 

Cabe destacar, adicionalmente, que no pagamento desses recebimentos semestrais há incidência de imposto de renda (IR), obedecendo a tabela regressiva. Veja ilustração apresentada na explicação do Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) acima. Desse modo, se você planeja reinvestir os valores recebidos a cada seis meses, é mais interessante investir em um papel que não paga juros semestrais. Esse tipo de título, no qual o imposto de renda é recolhido apenas no final da aplicação, garante que a taxa de rentabilidade incida sobre um montante superior, ou seja, sobre uma maior base, já que não sofreu reduções em função da incidência do IR nos eventos de pagamento de juros semestrais. Isso beneficia a rentabilidade final da aplicação.

 

Na data de vencimento do título, você resgata o valor investido atualizado pela inflação acrescido do último pagamento de juros semestrais.

 

Caso necessite vender o título antecipadamente, o Tesouro Nacional pagará o seu valor de mercado, de modo que a rentabilidade poderá ser maior ou menor do que a contratada na data da compra, dependendo do preço do título no momento da venda. Por essa razão, recomendamos que você procure conciliar a data de vencimento do título com o prazo desejado para o investimento.

 

Metodologia de cálculo

 

 

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal)

 

Ele proporciona rentabilidade real, ou seja, garante o aumento do poder de compra do seu dinheiro, pois seu rendimento é composto por duas parcelas: uma taxa de juros prefixada e a variação da inflação (IPCA). Desse modo, independente da variação da inflação, a rentabilidade total do título sempre será superior a ela. A rentabilidade real, nesse caso, é dada pela taxa de juros prefixada, contratada no momento da compra do título.

 

Dada essa característica, aliada ao fato de esse título possuir disponibilidades de vencimentos mais longos, ele é indicado para quem deseja poupar para a aposentadoria, compra de casa e estudo dos filhos, dentre outros objetivos de longo prazo.

 

Possui fluxo de pagamento simples, isto é, você receberá o valor investido acrescido da rentabilidade na data de vencimento ou resgate do título. Em outras palavras, o pagamento ocorre de uma só vez, no final da aplicação. Sendo assim, é mais interessante para quem pode esperar para receber o seu dinheiro até o vencimento do título (ou seja, quem não necessita complementar sua renda desde já).

 

Caso necessite vender o título antecipadamente, o Tesouro Nacional pagará o seu valor de mercado, de modo que a rentabilidade poderá ser maior ou menor do que a contratada na data da compra, dependendo do preço do título no momento da venda. Por essa razão, recomendamos que você procure conciliar a data de vencimento do título com o prazo desejado para o investimento.

Metodologia de cálculo

 

 

Aqui você encontra um quadro resumo com as principais características de cada título:

 

 

 

 

Fonte: Tesouro Direto

Títulos Prefixados

Tesouro Prefixado (LTN)

 

O que é uma instituição financeira habilitada?

Uma instituição financeira habilitada, também chamada de agente de custódia, pode ser um banco ou corretora que pode operar com o Tesouro Direto. Dentre outras funções, esse agente é responsável por realizar o cadastro dos investidores junto a BMF&BOVESPA e intermediar a transferência dos recursos financeiros e títulos. 

 

Algumas dessas instituições possuem seus sistemas integrados ao sistema do Tesouro Direto, sendo chamadas de Agentes Integrados. A integração dos sistemas se traduz em maior facilidade para você, pois as compras de títulos poderão ser feitas diretamente no site da própria instituição. As consultas ao saldo e ao extrato poderão ser realizadas tanto no site do Tesouro Direto quanto no do Agente Integrado. Fica a critério do Agente Integrado a disponibilização da opção de compra pela área restrita do site do Tesouro Direto.

 

Quando você compra títulos públicos, estes ficam guardados em uma conta de custódia na BMF&BOVESPA aberta em seu nome pelo seu agente de custódia. Essa conta é semelhante a uma conta corrente, porém, em vez de de guardar dinheiro, guarda títulos.

 

Vale ressaltar que uma vez adquiridos os títulos públicos, eles são registrados sob titularidade do comprador no ambiente seguro da BM&FBOVESPA. Isso reforça a segurança do Programa, pois permite ao investidor mudar de instituição financeira, na eventualidade de problemas com o seu agente intermediário original, sem colocar em risco a sua aplicação.

 

 

Veja quem é quem na negociação de títulos do Tesouro Direto:

 

COMO ESCOLHER UMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA?

 

Neste link você encontra as instituições habilitadas organizadas pela taxa que cobram, além de outras informações úteis como, por exemplo, o prazo para repasse de recursos (transferência de valores).

 

Você também poderá verificar quais são agentes integrados, ou seja, aqueles que possuem o ambiente online integrado em tempo real com o do Tesouro Direto.

 

A escolha do agente de custódia é de responsabilidade exclusiva do investidor e as informações disponíveis aqui foram espontaneamente enviadas pelos agentes, mediante solicitação da CBLC e Tesouro Nacional.

 

Todas as instituições listadas são autorizadas pelo Banco Central do Brasil e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), além de amplamente monitoradas pela BM&FBOVESPA Supervisão de Mercado (BSM).

 

Fonte: Tesouro Direto

Entenda cada Título no detalhe

Títulos Prefixados

Vantagens de aplicar no Tesouro Direto

Segurança

 

 

Os títulos públicos são os ativos de menor risco da economia, pois são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional, ou seja, o Governo Federal garante o seu pagamento.

 

Vale ressaltar que uma vez adquiridos os títulos públicos, eles são registrados sob titularidade do comprador no ambiente seguro da BM&FBOVESPA. Isso reforça a segurança do Programa, pois permite ao investidor mudar de instituição financeira, na eventualidade de problemas com o seu agente intermediário original, sem colocar em risco a sua aplicação.

 

Além de ser a alternativa de investimento com menor risco do mercado, o Tesouro Direto oferece mecanismos para que você possa acompanhar os seus investimentos com facilidade, ampliando sua segurança. Além você obter informações sobre suas aplicações no extrato da sua corretora, a área exclusiva do investidor, no site do Tesouro Direto, também disponibiliza o registro de todas as movimentações do seu investimento e pode ser consultada por meio do Canal Eletrônico do Investidor (CEI), serviço via internet prestado pela BM&FBOVESPA.

 

 

 

Rentabilidade Competitiva

 

 

Sem dúvida este é um dos pontos mais importantes quando o assunto é investimento.

 

O rendimento da aplicação em títulos públicos é bastante competitivo se comparado com as outras aplicações financeiras de renda fixa existentes no mercado.

 

No Tesouro Direto, você pode obter os mesmos ganhos que um grande banco ou um fundo de pensão, por exemplo. Ainda, as taxas de administração e de custódia são baixas e o Imposto de Renda só é cobrado no momento da venda, pagamento de cupom de juros ou vencimento do título. Muitas corretoras existentes no mercado não cobram a taxa de administração. Dessa forma, ao combinar alta rentabilidade bruta e baixo custo, seu investimento apresentará uma maior rentabilidade final.

 

 

Custos

 

O Tesouro Direto tem um custo bastante competitivo comparado aos Fundos de Investimento. Esses normalmente cobram menores taxas quanto maiores os valores investidos. Por exemplo, num banco de varejo, para que o investidor pague 0,5% de taxa de administração, costuma-se exigir um investimento mínimo de R$ 500 mil. Já no Tesouro Direto, você consegue essa taxa aplicando apenas R$ 30,00.

 

São duas as taxas cobradas no Tesouro Direto:

 

– taxa de custódia da BMF&Bovespa de 0,3% ao ano, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos;

– taxa das instituições financeiras que varia de 0% a 2% ao ano, independente do valor do seu investimento. No final desta página, você poderá consultar a lista das instituições habilitadas e a taxa que elas cobram.

 

 

Tributação

 

Os impostos cobrados sobre as operações realizadas no Tesouro Direto são os mesmos que incidem sobre as operações de renda fixa, como fundos de investimento e CDBs: IOF regressivo (para aplicações com prazo inferior a 30 dias) e IR regressivo, conforme abaixo:

 

22,5% até 180 dias
20% de 181 a 360 dias
17,5% de 361 a 720 dias
15% acima de 720 dias

 

 

No Tesouro Direto não existe a figura do « come cotas », como nos fundos. O Imposto de Renda só é cobrado no vencimento do título, no recebimento de juros semestrais ou em caso de venda antecipada.

 

Os dias para efeito de incidência de imposto de renda são contados a partir da data da compra. Portanto, sobre os juros semestrais dos títulos Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) e do Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B) serão aplicadas as alíquotas do Imposto de Renda previstas, com o prazo contado a partir da data de início da aplicação.

 

Veja o quadro abaixo que mostra as alíquotas de IR incidentes sobre os pagamentos semestrais de juros (cupons):

 

 

 

 

 

Não há « come cotas »

 

 

Como mencionado acima, outra vantagem do Tesouro Direto sobre os Fundos de Investimento é o fato de que nos títulos públicos há a ocorrência do famoso « come cotas », que é uma antecipação da cobrança do imposto de renda (IR) devido sobre o rendimento da aplicação.

Essa antecipação do desconto do IR, que ocorre a cada seis meses, prejudica a rentabilidade final do investimento, pois reduz o volume de recursos sobre o qual incidirão os juros. No longo prazo, a diferença de rentabilidade do TD frente a do fundo pode ser significativa, como ilustra a simulação abaixo.

 

 

Liquidez

 

O Tesouro Nacional garante a recompra diária dos seus títulos públicos. Ou seja, você poderá resgatar antecipadamente os títulos adquiridos no Tesouro Direto todos os dias, a preços de mercado.

 

Os resgates solicitados nos dias úteis das 9h30 às 18h serão processados com os preços e taxas disponíveis no momento da transação. Os resgates solicitados das 18h às 5h e ao longo de todo o fim de semana ou feriado serão liquidados com os preços de abertura do dia útil seguinte. Nesse período, os preços e taxas exibidos no site do Tesouro Direto são apenas para referência.

 

A liquidação da venda ocorrerá em D+1, onde D representa o dia em que a operação de venda pelo investidor foi realizada. Se essa operação tiver sido realizada nos fins de semana ou feriados, a liquidação ocorrerá no dia útil subsequente.

 

 

Acessibilidade

 

Com apenas R$ 30,00 você já pode investir no Tesouro Direto. Não é preciso nem muito dinheiro para começar a investir nem ser um especialista em investimentos. Qualquer pessoa física com CPF e conta em uma instituição financeira habilitada pode se tornar um investidor do Tesouro Direto.

 

 

 

Flexibilidade

 

Com o Tesouro Direto, você pode planejar o seu ganho montando sua própria carteira de acordo com o seu perfil e objetivos financeiros. Você tem autonomia para gerenciar seus investimentos e ainda pode agendar suas aplicações com antecedência e regularidade. Para isso, o Tesouro Direto oferece diversas opções de acordo com:

 

• Taxa de rentabilidade: títulos prefixados, indexados à taxa Selic ou à inflação;

 

• Prazos ou vencimentos: variadas datas de vencimento, que permitem a adequação da sua carteira à sua necessidade financeira;

 

• Fluxos de pagamento: você pode escolher títulos para receber o rendimento total somente na data de vencimento, ou escolher títulos que pagam juros semestrais.

 

 

Ainda, uma vez comprados os títulos, você tem a garantia de receber os rendimentos dessa aplicação até o vencimento do papel (data predeterminada para o resgate do título), quando os recursos serão depositados na sua corretora com o rendimento combinado. Mas sempre que precisar, você poderá vendê-los antes de seu vencimento ao Tesouro Nacional, pelos seus valores de mercado.

 

 

Fonte: Tesouro Direto

O que é uma instituição financeira habilitada?

Entenda cada Título no detalhe

 

 

 

 

 

Consulta de saldo e extrato do Tesouro Direto

Você pode obter extratos e consultar saldos a qualquer tempo. Para fazê-lo basta acessar a área restrita do site do Tesouro Direto (após inclusão de CPF e senha), clicar na opção CONSULTAR do MENU SUPERIOR e selecionar o item EXTRATO CONSOLIDADO. Na sua corretora, basta consultar os Títulos na área de clientes na plataforma de negociação.

 

Como os títulos públicos são marcados a mercado, o extrato/saldo do investidor reflete o preço de mercado dos títulos. Desta forma, havendo queda nos preços negociados no mercado, o saldo do investidor cairá. Por outro lado, se houver valorização do título, o saldo do investidor irá se elevar.

 

Entre a data de compra e de vencimento, o preço do título flutua em função das condições do mercado e das expectativas quanto ao comportamento das taxas de juros futuras. Um aumento na taxa de juros de mercado em relação à taxa que foi comprada por você provocará uma queda no preço do título. Já uma diminuição na taxa de juros proporciona o efeito contrário.

 

O valor do título na sua carteira  é atualizado considerando essas variações. O título é atualizado de acordo com o valor que ele é negociado no mercado secundário no momento, procedimento conhecido como marcação a mercado. Desta forma, havendo queda nos preços negociados no mercado, o saldo do investidor cairá. Por outro lado, se houver valorização do título, o saldo do investidor irá se elevar. Essa é a mesma mecânica dos fundos de investimento, que fazem a marcação a mercado de seus ativos, com base em determinação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão regulador do mercado de valores mobiliários.

 

Se você permanecer com os títulos até a sua data de vencimento, receberá o valor correspondente à rentabilidade pactuada no momento da compra, independente das variações de preço do título ao longo da aplicação. Entretanto, no caso da venda antecipada, o Tesouro Nacional recompra o título com base em seu valor de mercado. Logo, na venda antes do vencimento, o retorno da aplicação poderá ser diferente da acordada no momento da compra, dependendo do preço do título no momento em que você decidir vender o título.

 

Fonte: Tesouro Direto

Vantagens de aplicar no Tesouro Direto

O que é uma instituição financeira habilitada?

Tributação dos Títulos Públicos

Os impostos cobrados sobre as operações realizadas no Tesouro Direto são os mesmos que incidem sobre as operações de renda fixa, como fundos de investimento e CDBs: o Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), para resgates da aplicação em menos de 30 dias, e o Imposto de Renda (IR), com alíquota regressiva a depender do prazo do investimento, da seguinte maneira:

 

  • i) 22,5% para aplicações com prazo de até 180 dias;

    ii) 20% para aplicações com prazo de 181 dias até 360 dias;

    iii) 17,5% para aplicações com prazo de 361 dias até 720 dias;

    iv) 15% para aplicações com prazo acima de 720 dias.

 

 

Há incidência de impostos sobre os rendimentos financeiros auferidos na venda antecipada, no pagamento de cupom de juros (O IOF não incide sobre os cupons de juros; somente o IR) e no vencimento dos títulos.

 

Os dias para efeito de incidência de imposto de renda são contados a partir da data da compra. Portanto, com relação aos cupons de juros, serão aplicadas as alíquotas do Imposto de Renda previstas, com o prazo contado a partir da data de início da aplicação.

 

Fonte: Tesouro Direto

 

Consulta de saldo e extrato do Tesouro Direto

Vantagens de aplicar no Tesouro Direto

Taxas cobradas nos Títulos Públicos

São 2 as taxas existentes no Tesouro Direto, sendo 1 cobrada pela sua instituição financeira e 1 cobrada pela BM&FBOVESPA, referentes aos serviços prestados.

 

A) Taxa cobrada pela BM&FBOVESPA:

 

Taxa de custódia de 0,30% a.a. sobre o valor dos títulos referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. Essa taxa é provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de compra (D+2). Por isso, é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o título. Ademais, ela é cobrada até o saldo de R$1.500.000,00 por conta de custódia. Isso significa que se você tiver mais de R$1.500.000,00 aplicados no Tesouro Direto via uma única instituição financeira, essa taxa não mais será cobrada sobre o valor que exceder R$1.500.000,00.

 

B) Taxa cobrada pela instituição financeira:

 

Taxa cobrada pela instituição financeira é livremente pactuada com o investidor. O Tesouro Direto disponibiliza em seu site um ranking com as taxas cobradas por cada instituição. Cabe ao investidor confirmá-las no momento da contratação. A taxa pode sercobrada anualmente, modalidade mais comum, ou por operação. Para esclarecimentos quanto ao seu pagamento, contate a instituição financeira correspondente.

 

Atualmente, existem corretoras (agentes de custódia) que não cobram taxas para operações com Títulos Públicos.

 

b.1) Taxa para o primeiro ano de aplicação (para taxas anuais): cobrada quando da compra dos títulos, sobre o valor da transação (preço unitário dos títulos vezes a quantidade adquirida), para o primeiro ano de aplicação, que finda em D+2+365 dias (onde D é o dia da compra). Caso o investidor venda o título antes de completar um ano de sua aquisição, essa taxa não é devolvida. Caso o título adquirido tenha prazo de vencimento inferior a um ano, a taxa cobrada no momento da compra é proporcional ao prazo do papel.

 

b.2) Taxa para demais anos de aplicação (para taxas anuais): depois do primeiro ano de aplicação (D+2+365), as taxas passam a ser acumuladas diariamente e, por isso, são proporcionais ao período em que o investidor mantiver os títulos em carteira.

 

Em relação ao modo de cobrança, em regra geral, para títulos adquiridos a partir de 06.04.2009, as taxas são cobradas semestralmente, no primeiro dia útil de janeiro ou de julho, quando o valor das taxas de toda a carteira ultrapassar R$ 10,00, ou, por título, na ocorrência de um evento de custódia (pagamento de juros e vencimento do título) ou na venda antecipada, o que ocorrer primeiro. Enquanto esses eventos não ocorrem, as taxas devidas são diariamente acumuladas no extrato, sob o status de devida, o que, não quer dizer que é exigido o pagamento imediato. As informações sobre o recolhimento dos recursos para o pagamento das taxas devem ser obtidas junto à sua Instituição Financeira (Agente de Custódia).

 

De maneira detalhada, a cobrança ocorre da seguinte maneira:

 

1) Em eventos de custódia (resgate do principal, pagamento de juros) e venda antecipada, o que ocorrer primeiro, são cobradas as taxas acumuladas até então, relativas aos títulos envolvidos na operação, independente do valor acumulado por título; e

 

2) Quando a soma das taxas devidas de todos os títulos em carteira à BM&FBOVESPA e à instituição financeira (agente de custódia), por conta (em cada agente de custódia), ultrapassar R$ 10,00, será feita a cobrança no 1º dia útil de janeiro ou 1º dia útil de julho, o que ocorrer primeiro.

 

Fonte: Tesouro Direto

 

Tributação dos Títulos Públicos

Saldos e extratos do Tesouro Direto

Resgates dos Títulos Públicos

O Tesouro Nacional garante liquidez diária aos seus títulos públicos. Isso significa que você poderá resgatar os seus investimentos todos os dias. Das 9h30 às 18h, nos dias úteis, os resgates serão processados com os preços e taxas disponíveis no momento da transação. Das 18h às 5h e ao longo de todo o fim de semana ou feriado, os resgates serão liquidados com os preços e taxas de abertura do dia útil seguinte.

 

Para os títulos que pagam juros semestrais (cupons de juros) – Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B), Tesouro IGPM+ com Juros Semestrais (NTN-C) e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F) – a opção de resgate será suspensa 2 (dois) dias úteis antes do pagamento desses fluxos periódicos.

 

Não há prazo de carência para você resgatar os títulos do Tesouro Direto, nem limite no valor do resgate. Ressaltamos que os títulos públicos são recomprados pelo Tesouro Nacional aos preços de mercado na referida data. Se você permanecer com os títulos até a sua data de vencimento, receberá o valor correspondente à rentabilidade pactuada no momento da compra, independente das variações de preço do título ao longo da aplicação. Entretanto, no caso de resgate antecipado, o Tesouro Nacional recompra o título com base em seu valor de mercado. Logo, no resgate antes do vencimento, o retorno da aplicação poderá ser diferente do acordado no momento da compra, dependendo do preço do título no momento em que o investidor decidir resgatá-lo.

 

Fonte: Tesouro Direto

 

Taxas cobradas nos Títulos Públicos

Tributação dos Títulos Públicos

Pagamento de cupom de juros e resgate no vencimento do Título

Os recursos financeiros referentes ao pagamento de cupom de juros e ao resgate do título, por ocasião de seu vencimento, estarão disponíveis na sua instituição financeira (agente de custódia), a partir de 13h00 do mesmo dia de seu pagamento.

 

Fonte: Tesouro Direto

 

Resgate dos Títulos Públicos

Taxas cobradas nos Títulos Públicos

Prazos de liquidação dos Títulos Públicos

A liquidação é a última etapa do processo de investimento e de resgate, na qual se dá a transferência da propriedade do título e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido.

 

Liquidação do Investimento

 

O investimento no Tesouro Direto estará disponível no seu extrato, registrado, portanto, em seu CPF, após a liquidação no mercado, conforme a seguinte regra:

Aplicação realizada em dias úteis (de 0h00 às 18h00): às 17h do 2º dia útil posterior à solicitação de aplicação;

Aplicação realizada em dias úteis (de 18h00 às 0h00), finais de semana e feriados: às 17h do 3º dia útil posterior à solicitação de aplicação;

Entre a data da solicitação de aplicação e a data em que os títulos aparecem no seu extrato, você poderá consultar o estágio de liquidação do investimento por meio de consultas de protocolos na área restrita do site do Tesouro Direto.

Enquanto o investimento não é finalizado/liquidado, o seu extrato exibe o status « Em liquidação ».

 

Liquidação do Resgate

 

Já o dinheiro resultante do resgate de seu investimento ficará disponível na Instituição Financeira conforme a seguinte regra:

Resgate realizado em dias úteis (de 0h00 às 18h00): a partir das 13h do 1º dia útil posterior à sua solicitação de resgate;

Resgate realizado em dias úteis (de 18h00 às 0h00), finais de semana e feriados: a partir das 13h do 2º dia útil posterior à sua solicitação de resgate;

 

 

Fonte: Tesouro Direto

 

Pagamentos de cupom e resgates no vencimento do Título Público

Resgate dos Títulos Públicos

 

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Forma de pagamento das compras de Títulos Públicos

Para adquirir títulos públicos você deve acessar a área restrita do site do Tesouro Direto ou a plataforma integrada da corretora (agente de custódia), observar os títulos públicos disponíveis (características, vencimentos, preços e taxas) e assim, montar a carteira. Basta escolher os títulos e confirmar a compra.

 

Após a confirmação da compra, não há como cancelá-la. O pagamento das compras será efetuado por sua instituição financeira e, para isso, o você deverá supri-la dos recursos suficientes, no valor total da operação, de acordo com os prazos e regras por ela definidos e comunicados previamente a você. Você deverá entrar em contato com o sua instituição financeira para saber os dados da conta na qual deve ter disponíveis os recursos. É a sua conta na corretora.

 

Após a confirmação da compra, se o pagamento não for efetuado, você receberá uma advertência (enviada pela CBLC – Central de Custódia da BM&FBOVESPA), por meio de e-mail, alertando-o ou alertando-a quanto às penalidades previstas em caso de reincidência. Na segunda ocorrência de não pagamento, você ficará suspenso por 15 (quinze) dias, ou seja, não pode efetuar nenhuma compra no Tesouro Direto durante este período. Se houver outra reincidência, o tempo de suspensão é de 30 (trinta) dias. Da quarta reincidência em diante, o você será suspenso por 60 (sessenta) dias.

 

Caso você, após a advertência ou o término da suspensão, permaneça 60 (sessenta) dias sem ocorrência de não pagamento, passa a ser considerado como se não tivesse tido quaisquer ocorrências de não pagamento. O não recebimento do email de alerta em virtude de eventos alheios à BM&FBOVESPA e à STN não o isenta ou a isenta das penalidades previstas, haja vista ser sua responsabilidade verificar a efetivação da compra.

 

Se você estiver impedido de realizar novas compras no Tesouro Direto poderá apenas efetuar consultas e solicitar à sua instituição financeira (agente de custódia) movimentações de seus títulos em custódia.

 

Fonte: Tesouro Direto

Prazos de liquidação dos Títulos Públicos

Pagamentos de cupom e resgastes no vencimento do Título Público

Comprar por Valor Financeiro ou Quantidade de Títulos?

Ao comprar os títulos públicos o investidor tem a opção de definir o valor da compra que deseja efetuar ou a quantidade de títulos que deseja adquirir.

Seguem exemplos:

 

Compra por Valor Financeiro

 

Caso o investidor opte por definir o valor da compra, o próprio sistema ajustará a quantidade de títulos públicos de forma que seja respeitado o fracionamento dos títulos.

Exemplo: O investidor A em 25/11/2011 desejou comprar R$ 500,00 de Tesouro Prefixado (LTN) com vencimento em 01/01/2015.

 

  • Preço unitário do Tesouro Prefixado (LTN) em 25/11/2011: R$ 730,48

    • Aplicação desejada: R$ 500,00

    • Preço da fração de 0,2 título: R$ 146,096

    • Fração de títulos equivalente a R$ 500,00: 0,68 título, o que não é viável.

    • Aplicação ajustada p/ menos: R$ 438,29 (equivale a 0,60 de Tesouro Prefixado (LTN)

 

 

Compra por Quantidade de Títulos Públicos

 

Caso o investidor opte por definir a quantidade de títulos públicos que deseja comprar, o próprio sistema ajustará o valor financeiro da compra de forma que seja respeitado o fracionamento dos títulos.

 

Exemplo: O investidor B em 25/11/2011 desejou comprar 1,2 Tesouro Prefixado (LTN) com vencimento em 01/01/2015.

 

  • Preço unitário do Tesouro Prefixado (LTN) em 25/11/2011: R$ 730,48

    • Aplicação desejada: 1,2 Tesouro Prefixado (LTN)

    • Preço da fração de 0,2 título: R$ 146,096

    • Aplicação ajustada para compra de 1,2 Tesouro Prefixado (LTN): R$ 876,58

 

Fonte: Tesouro Direto

 

Forma de pagamento das compras de Títulos Públicos

Prazos de liquidação dos Títulos Públicos

Quantos Títulos Públicos eu posso comprar?

Limites de Compra e Venda

 

As compras tradicionais no Tesouro Direto deverão ser múltiplas de 0,01 título ou 1%. No ato da compra, o investidor pode optar por informar o valor financeiro ou a quantidade de títulos que pretende adquirir.

 

O sistema possui uma trava para cifras abaixo de R$ 30,00. Isso significa que se o preço do título for tal que 1% dele totalize valor menor que R$ 30,00, não será possível realizar sua compra.

 

O limite máximo de compra por investidor é de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) por mês. Este limite não deve ser considerado para cada título separadamente, mas sim para a carteira de títulos adquirida pelo investidor durante o mês.

 

Nos meses de vencimento e de pagamento de juros de títulos adquiridos anteriormente no Tesouro Direto e que ainda estejam em sua carteira, o investidor poderá comprar títulos, se assim desejar, utilizando seu limite de R$ 1.000.000,00 mais o valor de resgate e dos juros dos títulos.

 

Esse limite é flexibilizado se o investidor optar por reaplicar os seus recursos nas seguintes modalidades de aplicação: reinvestimento (aqui, o investidor só poderá escolher um único tipo de título para aplicar e poderá fazê-lo integral ou parcialmente até 1 dia antes do vencimento do título, em caso de reinvestimento de resgate, ou do pagamento do próximo cupom, em caso de reinvestimento de cupom) ou compra tradicional dentro do mês de vencimento das suas aplicações anteriores.

 

Fonte: Tesouro Direto

Comprar por Valor Financeiro ou Quantidade de Títulos

Forma de pagamento das compras de Títulos Públicos

Quais são os Títulos Públicos disponíveis para investir?

O Tesouro Direto disponibiliza os seguintes Títulos para aplicação:

 

Tesouro Prefixado (LTN): títulos com rentabilidade definida (taxa fixa) no momento da compra. Forma de pagamento: no vencimento;

 

Tesouro Selic (LFT): títulos com rentabilidade diária vinculada à taxa de juros básica da economia (taxa média das operações diárias com títulos públicos registrados no sistema SELIC, ou, simplesmente, taxa Selic). Forma de pagamento: no vencimento;

 

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B): título com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra. Forma de Pagamento: semestralmente (juros) e no vencimento (principal);

 

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal): título com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra. Não há pagamento de cupom de juros semestral. Forma de Pagamento: no vencimento;

 

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F): títulos com rentabilidade prefixada, acrescida de juros definidos no momento da compra. Forma de Pagamento: semestralmente (juros) e no vencimento (principal).

 

Fonte: Tesouro Direto

 

Quantos Títulos Públicos eu posso comprar?

Comprar por Valor Financeiro ou Quantidade de Títulos Públicos?

Como investir no Tesouro Direto

Aqui você vai encontrar um passo a passo para você começar a investir no Tesouro Direto.

 

Primeiramente você terá que ter CPF válido e conta corrente em um banco de sua preferência.

 

A partir daí, você deverá escolher uma corretora, também chamada de agente de custódia, para intermediar suas transações com o Tesouro Direto. Esta corretroa deve ter o sistema integrado ao do Tesouro Direto e assim, além de poder fazer as operações diretamente no site do Tesouro, você também poderá comprar e vender os títulos públicos diretamente pela plataforma da corretora. É claro que eu não sugiro investir pelos bancos porque eles chegam a cobrar 0,50% em taxas. As principais corretoras não cobram taxas para as operações com o Tesouro Direto e além disso, você poderá ter acesso a diversos tipos de investimentos pela corretora. Fuja dos bancos!!!

 

Entre em contato com a corretora escolhida e solicite a abertura de conta e seu cadastramento. Você deverá fornecer a documentação necessária para que essa instituição abra uma conta em seu nome e assim, poder operar com o Tesouro Direto. Geralmente, em até 5 dias úteis a sua conta estará aberta.

 

Assim que a conta estiver liberada, você receberá uma senha provisória da BM&FBovespa para o primeiro acesso à área restrita do Tesouro Direto, em que são realizadas as operações de compra e venda, assim como consultas a saldos e extratos. Como mencionado acima, você também poderá fazer as operações diretamente pela plataforma da corretora escolhida.

 

Troque a senha provisória por uma nova que deverá conter entre 8 e 16 dígitos, composta por letras, números e caracteres especiais. A partir de agora você está habilitado e poderá começar a investir.

 

Você precisa descobrir qual título é mais adequado para alcançar o seu objetivo financeiro. Para ajudá-lo nessa escolha, a consultoria Aletinvest #demitaseugerente poderá te orientar com inteligência e foco nos seus objetivos.

 

Definido o título adequado, basta efetuar a compra. Faça um TED do seu banco para a corretora e assim que o montante estiver disponível, entre na plataforma no site da corretora e faça o seu investimento na área Tesouro Direto.

 

Nos dias úteis, das 9h30 às 18h, você poderá investir e resgatar com os preços e taxas disponíveis no momento da transação. Das 18h às 5h e ao longo de todo o fim de semana ou feriado, os preços e taxas exibidos no site do Tesouro Direto são apenas para referência. Você poderá realizar investimentos e resgates, mas serão considerados os preços e taxas de abertura do mercado do próximo dia útil. Nos dias úteis, das 5h às 9h30, o sistema fica em manutenção.

 

 

 

Fonte: Tesouro Direto

Quais são os Títulos Públicos disponíveis para investir?

Quantos Títulos Públicos eu posso comprar?

O que é o Tesouro Direto e o que são Títulos Públicos?

Tesouro Direto

 

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a BMF&F Bovespa para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.

 

O Programa surgiu em 2002 com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, permitindo aplicações com apenas R$ 30,00. Antes do Tesouro Direto, o investimento em títulos públicos por pessoas físicas era possível somente indiretamente, por meio de fundos de renda fixa que, por cobrarem elevadas taxas de administração, especialmente em aplicações de baixo valor, reduziam a atratividade desse tipo de investimento.

 

O Tesouro Direto contribuiu para a diversificação e complementação das alternativas de investimento disponíveis no mercado, ao oferecer títulos com diferentes tipos de rentabilidade (prefixada, ligada à variação da inflação ou à variação da taxa de juros básica da economia – Selic), de prazos de vencimento e de fluxos de remuneração.

 

Além de acessível e de apresentar opções de investimento que se encaixam aos seus objetivos financeiros, o Tesouro Direto possui liquidez diária e é considerado o investimento de menor risco do mercado.

 

 

Títulos Públicos

 

Os títulos públicos são ativos de renda fixa, ou seja, seu rendimento pode ser dimensionado no momento do investimento, ao contrário dos ativos de renda variável (como ações), cujo retorno não pode ser estimado no instante da aplicação. Dada a menor volatilidade dos ativos de renda fixa frente aos ativos de renda variável, este tipo de investimento é considerado mais conservador, ou seja, de menor risco.

 

Ao comprar um título público, você empresta dinheiro para o governo brasileiro em troca do direito de receber no futuro uma remuneração por este empréstimo, ou seja, você receberá o que emprestou mais os juros sobre esse empréstimo.

 

Cabe ressaltar que os títulos públicos são negociados apenas escrituralmente, isto é, não existe um documento físico que representa o título. Você terá a garantia da aplicação por meio do número de protocolo gerado a cada operação e o título adquirido ficará registrado no seu CPF, podendo ser consultado a qualquer tempo por meio do seu extrato no site do Tesouro Direto.

 

Ao investir no Tesouro Direto, você opta pelo tipo de investimento de menor risco da economia, pois os títulos públicos são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional.

 

Fonte: Tesouro Direto

 

Como investir no Tesouro Direto?

Quais são os Títulos públicos disponíveis para investir?

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Tesouro Direto

O que é o Tesouro Direto e o que são Títulos Públicos?

Como investir no Tesouro Direto

Quais são os Títulos Públicos disponíveis para investir?

Quantos Títulos Públicos eu posso comprar?

Comprar por Valor Financeiro ou Quantidade de Títulos Públicos?

Forma de pagamento das compras de Títulos Públicos

Prazos de liquidação dos Títulos Públicos

Pagamentos de cupom e resgates no vencimento do Título Público

Resgate dos Títulos Públicos

Taxas cobradas nos Títulos Públicos

Tributação dos Títulos Públicos

Consulta de saldos e extratos do Tesouro Direto

Vantagens de aplicar no Tesouro Direto

O que é uma instituição financeira habilitada?

Entenda cada Título Público no detalhe

Títulos Prefixados

Tesouro Prefixado (LTN)

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais (NTN-F)

Títulos Pós-Fixados

Tesouro Selic (LFT)

Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais (NTN-B)

Tesouro IPCA+ (NTN-B Principal)

Como os preços e taxas dos títulos sofrem variações ao longo do tempo?

Como as variações das taxas de juros afetam os títulos que comprei?

Os prazos de vencimento influenciam os preços dos títulos?

Lista disponíveis de Títulos para negociação e seus preços

Tabela de rentabilidade acumulada dos Títulos Públicos

Histórico diário dos preços e taxas

 

 

 

 

 

 

 

 

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Investimentos Internacionais – Onde Investir

Em breve você vai saber tudo sobre os melhores investimentos nos EUA e Canadá.

 

Entre em contato aqui.

Glossary

Demita seu gerente

É hora de demitir o seu gerente, NOW!

Os gerentes de bancos enfrentam diariamente um conflito de interesses. Eles devem atender às necessidades dos clientes da melhor maneira possível, mas precisam cumprir metas exigidas pelos bancos em que trabalham. É pressão diária!

Como você acha que eles vão cumprir a meta?

O banco cobra por cada produto ou serviço prestado e eu posso assegurá-lo que o gerente vai te apresentar aquele de maior taxa. Principalmente quando se trata de produtos de investimentos. São produtos com péssimas rentabilidades e altas taxas de administração.

Eu chamo isso de a « tempestade perfeita » para você, investidor.

Para você não passar por esta tempestade, você deve investir em educação financeira e procurar o auxilio de um especialista em finanças que seja independente.

Independente porque este especialista não será vinculado a nenhuma instituição financeira, não vai ganhar comissões tentando te empurrar produtos ruins e não vai ganhar corretagens induzindo você a girar a sua carteira loucamente.

Um consultor financeiro independente é focado nos seus objetivos. Ele vai proteger o seu patrimônio e gerar valor para você.

Mas o gerente de contas e os assessores não são especialistas?

Os funcionários das instituições financeiras podem ter um amplo conhecimento dos diversos produtos financeiros e serviços oferecidos, mas dificilmente eles serão especializados. Além disso, eles não terão a capacidade de conhecer profundamente os seu objetivos. Não esqueça, gerentes de bancos são « máquinas de vendas » motivados por comissões e corretagens.

Não existem gerentes de contas  que sejam independentes. 

Não subestime o estrago que um gerente possa fazer na sua conta corrente e nos seus investimentos. Eles são capazes de tudo para « bater » uma meta.

Um especialista independente terá a capacidade de planejar e orientar você, com foco apenas nos seus interesses.

Constantemente, eu analiso os melhores produtos financeiros disponíveis para aumentar a sua rentabilidade e proteger o seu patrimônio.

Sim, eu faço o trabalho que o seu gerente de contas  deveria fazer.

A consultoria Aletinvest #demitaseugerente é independente, não possui vínculo com nenhum banco ou corretora, não ganha comissão por vendas, não faz propaganda de banco e nem trabalha com informações privilegiadas ou « dicas financeiras ».

Todas as informações são de pesquisas e de anos de estudos e dedicação ao mercado financeiro.

Eu sou um investidor profissional independente, focado nos melhores produtos financeiros e em proteger o seu patrimônio.

Educação Financeira: um passo para a Liberdade.

Aqui no site da Aletinvest, você encontrará informações gratuitas sobre produtos e serviços financeiros que vão te ajudar nos primeiros passos para investir, livre de gerentes de conta.  E o mais importante, com inteligência e sabedoria.

Quer aprender sobre Tesouro Direto, ações, Fundos Imobiliários (FII), Fundos Multimercados… e clique aqui e tenha acesso imediato ao portal Aletinvest.

A Educação Financeira não envolve apenas o conhecimento técnico de produtos ou do mercado. Isso é o básico! Você deve expandir a sua mente para assimilar conhecimentos sobre finanças, economia, psicologia comportamental, planejamento, controle de gastos,… e desenvolver habilidades como foco, disciplina e determinação.

 

Consultoria Aletinvest

Se você quer proteger o seu patrimônio, investir de forma inteligente, com foco nos seus objetivos e não quer mais ser enganado pelo seu gerente de contas, entre em contato com a ALETINVEST e #demitaseugerente.

Entre em contato comigo AQUI.

 

 

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Calendário Econômico

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DESconomês

Livraria

Nesta sessão, você vai conhecer alguns dos livros que fazem parte da minha biblioteca e que influenciam não só o meu trabalho, como também a minha vida.

 

Confira a lista (que será sempre atualizada) aqui:

 

  • 13 Bankers – Simone Jonhson
  • A Doutrina Do Choque – Naomi Klein
  • A Economia Das Crises – Nouriel Roubini
  • A Grande Transformação – Karl Polaniy
  • A Humanidade e Suas Fronteiras: Do Estado Soberano A Sociedade Global – Eduardo Matias
  • A Logica Do Cisne Negro – Nassin Taleb
  • Capitalismo Em Crise – Plinio De Arruda Sampaio Junior
  • Colapso and Jared Diamond
  • Condição Pós-Moderna – David Harvey
  • Dead Aid: Why Aid Is Not Working and How There is Another Way for Africa – Dambisa Moyo
  • Desbravando A Gestão De Portfólios – David F. Swensen
  • Dinheiro E Magia – Hanz Binswanger
  • Endgame: The End of the Debt Supercycle and How It Changes Everything – John Mauldin
  • Exile On Wall Street – Mike Mayo
  • Fault Lines – Raghuram Rajan
  • Guia Politicamente Incorreto Da História Do Brasil – Leandro Narloch
  • Infiltrado – Robert Wittman
  • O Brasil Visto Por Dentro- Vinod Thomas
  • O Enigma Do Capital e As Crises Do Capitalismo – David Harvey
  • O Espirito Animal – Robert Shiller
  • O Poder Da Kabbalah – Yehuda Berg
  • O Poder Do Hábito – Charles Duhigg
  • O Poder Do Pensamento Matemático: A Ciência De Como Não Estar Errado – Jordan Ellenberg
  • O Valor Do Amanhã – Eduardo Gianetti da Fonseca
  • Oito Séculos De Delírios Financeiros – Kenneth Rogoffi
  • Os Donos Do Dinheiro: Os Banqueiros Que Quebraram O Mundo – Liaquat Ahamed
  • Os Donos Do Poder – Raimundo Faoro
  • Os Segredos Das Mentes Milionárias – T Harv Eker
  • Paratii: Entre Dois Polos – Amyr Klink
  • The Age of Deleveraging, Updated Edition: Investment Strategies for a Decade of Slow Growth and Deflation – Gary Shilling
  • The Changing Economic Role Of The State – Vito Tanzi
  • The Future Of Money – Bernard Lietaer
  • The Little Book Of Economy: How The Economy Works In The Real World – Greg Ip
  • The Next 100 Years – A Forecast for 21st Century – George Friedman
  • The Return Of The Master – Robert Skidelsky
  • The World Is Flat – Thomas L Friedman
  • This Time Is Different: Eight Centuries Of Financial Folly – Carmen Reinhart And Kenneth Rogoff
  • Todos Os Demonios Estao Aqui – Bethany Mclean e Joe Nocera
  • Tudo A Venda – Robert Kuttner
  • Uma Breve História Do Brasil – Mary Del Priore
  • Unexpected Returns: Understanding Secular Stock Market Cycles – Ed Easterling
  • Unsheakable – Tonny Robins
  • Why Nations Fail: The Origins of Power, Prosperity and Poverty – Daron Acemoglu and James A. Robinson

 

Artigos e Newsletters

Aletinvest

Amartya Sen

 

Fantástico economista que dedica sua vida aos estudos sobre o bem-estar social e sobre o desenvolvimento humano.

 

Em um de seus livros, « Desenvolvimento como Liberdade », sua maior contribuição foi mostrar que o desenvolvimento de um país está essencialmente ligado às oportunidades que ele oferece à população de fazer escolhas.

 

É criar um ambiente de oportunidades e deixar você livre para decidir.

 

O curioso é que isso inclui não apenas a garantia dos direitos sociais básicos, como saúde, educação e cultura.

 

Inclui também a Liberdade.

 

“Vivemos um mundo de opulência sem precedentes, mas também de privação e opressão extraordinárias. O desenvolvimento consiste na eliminação de privações de liberdade que limitam as escolhas e as oportunidades das pessoas de exercer ponderadamente sua condição de cidadão.”

 

Eu nunca acreditei em uma relação diretamente proporcional entre renda, consumo e satisfação. No way!

Sempre refutei as falsas hipóteses que sustentam essa crença.

Há muitos males sociais que privam as pessoas de viverem minimamente bem, como: a falta de dinheiro; a fome; a carência de oportunidades; a opressão e a insegurança econômica, política e social.

Estes males compartilham de uma mesma natureza: são variedades de privação de liberdade.

 

Inspiração

 

Minha visão, uma alternativa contrária à esta natureza de privação de liberdade, inspirou a criação da consultoria financeira Aletinvest.

Minha missão é atacar estes males e os conceitos primitivos sobre dinheiro.

 

A Aletinvest foi criada para ajudar você a investir com inteligência, a agir livremente e a não se deixar ser dominado ou dominada pelas circunstâncias.

 

Investir com inteligência é investir nos melhores produtos financeiros disponíveis no mercado, protegendo o seu patrimônio e gerando valor no logo prazo.

Seja livre para colocar os seus objetivos em primeiro lugar e não deixe que um banco ou um gerente de contas decida sobre o seu futuro financeiro.

Finalmente, usufrua da liberdade financeira para focar no desenvolvimento de suas potencialidades.

 

 

O Caminho

 

« O que é resistente suporta aos choques e permanece o mesmo; o que é Antifrágil, melhora! Esta qualidade é específica para tudo o que se altera ao longo do tempo como: as inovações tecnológicas; as realizações culturais e econômicas; as receitas culinárias e nossa própria existência como espécie neste planeta. »

 

Esta passagem é do livro « Antifrágil: Coisas que se beneficiam com o caos » de Nassim Taleb, ensaísta libanês radicado nos EUA.

Taleb defende que aprendendo os mecanismos de antifragilidade, o conceito principal do livro, pode-se tomar melhores decisões sem a ilusão de ser capaz de prever o próximo grande acontecimento.

 

O conceito de antifragilidade está presente na filosofia da Aletinvest.

 

Para saber mais sobre a Aletinvest e a consultoria #demitaseugerente, clique aqui.

 

 

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Quem eu sou

Alexandre Rocha, MSc

Sou Mestre em Études Internationales pela Université de Montréal, Economista pela UCAM com MBA em Finanças e MBA em Economia Empresarial. Também sou Técnico em Mercado de Capitais pela Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

Fui funcionário de carreira do Banco do Brasil entre 2007 e 2014, tendo atuado nos segmentos: comercial; Fundos de Investimentos (BBDTVM – Divisão de Títulos e Valores Mobiliários) e Previdência (PREVI).

 

“Comprei minha primeira ação aos 18 anos de idade e desde então, venho estudando e me aperfeiçoando para obter retornos consistentes no mercado financeiro. »

 

Me dedico ao planejamento financeiro pessoal. Com a minha experiência, eu percebi que a maioria das pessoas não conhece os produtos financeiros certos e não é informada por seus Gerentes de Contas das melhores oportunidades de investimentos.

Foi para ajudar estas pessoas a proteger o seu capital e a investir com inteligência, que eu fundei a ALETINVEST #demitaseugerente.

 

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